Primeiro Ciclo de Direitos Humanos
Local:
Online
Data:
15 - 31 de janeiro 2021
Este ciclo de cinema online quer mostrar algumas curtas e médias metragens muito poderosos dentro do tema Direitos Humanos.
Este é o primeiro Ciclo de Cinema de Direitos Humanos organizado em colaboração com o Instituto Cervantes de Lisboa e que terá lugar os dias 15, 22 e 29 de Janeiro.
Este é uma seleção de filmes programados pelo Festival de Cine de Derechos Humanos (FCDH) de Barcelona e Madrid. Este ciclo consta de três programas duplos de cinema enquadrados na temática dos Direitos Humanos.
Arte e cultura como luta contra a injustiça
Burbisher: Arte e luta
15 de janeiro às 19:00. Ver filme.
De Itoitz Guerrero, Espanha, 2019, 27 minutos.
Arte e cultura como uma luta contra a injustiça e o esquecimento. O povo saharaui, através de processos criativos, reivindica o seu direito à terra de onde foi expulso. Um olhar diferente sobre a figura do refugiado saharaui que reivindica dignidade e consideração.
Contramaré
15 de janeiro às 19:00. Ver filme.
De Daniel Marenco, Brasil, 2018, 29 minutos.
Contramaré é um documentário sobre pessoas que ultrapassam dificuldades numa favela localizada no norte do Rio de Janeiro através da música. Na Maré, onde o som dos tiros faz parte da rotina, a Orquestra Maré do Amanhã ensina música clássica, transformando as perspetivas de vida dos jovens. Esta história apresenta crianças e adolescentes que estão a descobrir novas formas de viver com o apoio de partituras e instrumentos musicais.
LGTBIQ+
Diversidades e terras
22 de janeiro às 19:00. Ver filme.
De Maria Popova, España, 2018, 30 minutos.
No documentário Diversitats i Terres pessoas contam em primeira mão o choque entre cultura e homossexualidade, religião e identidade de género, violência e liberdade. É importante que o público compreenda a existência do que é diferente, de facto, que o sinta como se fosse seu por um momento. Através dos testemunhos dos migrantes em Barcelona, aproximamo-nos de uma realidade que não há muito tempo fazia também parte do mal-estar do “aqui”, do abuso do diferente do “aqui”, da “nossa” repressão. Será que pertencem ao coletivo LGBTI? Sim, mas antes disso “pertencem” a outro Estado, alguns deles ao chamado “terceiro mundo”. A abordagem às suas histórias e experiências não erradicará os preconceitos, mas talvez nos faça sentir um pouco pior da próxima vez que julgarmos sem compreender, sem aprofundar, doutrinados pelo sensacionalismo e estereótipos.
Saltos cubanos
22 de janeiro às 19:00. Ver filme.
De Julio Mas Alcaraz, España, 2019, 18 minutos.
Zapatos de tacón cubano conta a história de dois adolescentes de um bairro marginal de Madrid, um lugar hostil aos seus desejos. Com graves problemas familiares e rodeados por um ambiente agressivo, macho e homofóbico, têm de levar uma vida dupla para esconder o início do seu caso amoroso e a sua paixão pela dança flamenca.
Direito laboráis das Mulheres
Exploração hoteleira: As Kellys
29 de janeiro às 19:00. Ver filme.
De Georgina Cisquella, España, 2018, 55 minutos.
Mais de duzentas mil mulheres trabalham como empregadas de mesa em Espanha, mas são tão importantes como invisíveis no sector da hotelaria e restauração. Há um ano e meio, as Kellys decidiram organizar-se para reclamar os seus direitos.
Rapariga séria e responsável
29 de janeiro às 19:00. Ver filme.
De David Macián, España, 2019, 16 minutos.
Em Espanha há aproximadamente 630.000 pessoas a trabalhar como domésticas. A maioria delas são mulheres migrantes e muitas delas trabalham como internas. Cansadas dos vários abusos que sofrem, algumas decidiram unir-se para reclamar os seus direitos.
Todos os links serão ativados às 19h00 do dia da projeção e apenas até o domingo a seguir a projeção (48 horas) e a senha de acesso para todos os filmes é: DDHHLISBOA.